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Por: Dener Henrique de Queiroz Fonseca – Dê crédito aos autores!

Análise do Segmento de Cicloturismo no Caminho dos Anjos

Caminho dos Anjos

RESUMO

Esse ensaio constitui-se de uma pesquisa teórico-empírica que se propôs a analisar o segmento de cicloturismo no Caminho dos Anjos, roteiro turístico localizado no Sul de Minas. Foram analisadas as estratégias de gestão, infra-estrutura e promoção do destino, com o intuito de avaliar se o destino em questão esta preparado para receber Cicloturistas. O trabalho está organizado em quatro partes subseqüentes. A primeira delas é o referencial teórico, composto por quatro partes principais que tratam de conceitos sobre turismo, planejamento e gestão, mercado, marketing, segmentação de mercado e cicloturismo. Em seguida, apresenta-se a metodologia de trabalho e a definição operacional dos termos investigados. Já a terceira parte, abrange a apresentação e análise dos dados coletados no Caminho dos Anjos. Por fim, são tecidas as considerações finais. Os resultados mostraram que atualmente o Caminho dos Anjos apresenta falhas na infra-estrutura, gestão e promoção de seu destino, todavia conta com um projeto que quando colocado em prática poderá vir a sanar a maioria das deficiências encontradas.

Palavras-chave: Turismo, Cicloturismo e Caminho dos Anjos.

Para ler o documento na integra, clique aqui.

Não se esqueça de dar crédito aos autores!

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Por: André Franchini Campos de Pinho, Eberth Celeghini Rosa, Gustavo Pereira Pinto e Júlia Freire Ribeiro – Dê crédito aos autores!

Introdução

O ecoturismo, enquanto objeto de estudo acadêmico, apenas recentemente atingiu o status que é merecido, principalmente após o desenvolvimento econômico do setor, que demandou uma melhor estruturação do produto para que ele não se esgotasse. A partir de análises desenvolvidas sobre os temas “ecologia”, “meio ambiente” e “desenvolvimento sustentável”, o conceito do ecoturismo foi aos poucos se desenvolvendo com suas idéias e correntes causadoras de controvérsias no momento da execução dos planos do setor para Unidades de Conservação – UC’s.

A urgência de um debate sobre o assunto se faz mostrar no estado em que se encontram estas UC’s atualmente: grande parte dessas áreas já está extremamente deteriorada e a recuperação dos danos causados pela atividade turística pode ser irreversível em muitos casos. O modo como os parques recebem seus planos de manejo é também alvo de críticas, e esse pode ser o motivo pelo qual os danos ao meio ecológico se agravam.

O estudo desta disciplina, tomando por base um caso real – diagnóstico e prognóstico do Parque Estadual do Itacolomi, localizados em dois municípios, Ouro Preto e Mariana – é uma forma de refletirmos a respeito do desenvolvimento da atividade ecoturística, seus caminhos e perigos para uma dimensão superior – a do futuro do meio ambiente e sua relação com o desenvolvimento humano.

Referencial Teórico

Para que seja possível analisar a atual situação do Parque Estadual do Itacolomi, no que diz respeito às práticas ecoturísticas realizadas nessa Unidade de Conservação, é preciso que se crie um embasamento teórico que sirva de referencial nessa pesquisa.

Dessa forma, tomou-se como parâmetro três temas principais que seriam interessantes para se debater essa situação. Assim, a discussão se dará em torno das palavras chaves: Unidades de Conservação, ecoturismo e a trilhas interpretativas. Discute-se primeiramente o conceito de UC’s para entender a origem e os objetivos dessas áreas; em seguida, no embasamento teórico sobre a prática do ecoturismo busca-se traçar um histórico e apontar suas “variações”, bem como determinar um perfil ideal do ecoturista; na terceira e última parte discute-se a possibilidade de criação de trilhas interpretativas e a sua relação com a educação ambiental.


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