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Por: Vitor Kendi Iida Kosaka – Dê crédito aos autores!

Distribuição On-line de Informações e Serviços Turísticos para o Segmento de Viajantes Independentes no Brasil – o caso da WHL.TRAVEL

whl.travel

RESUMO

Neste estudo de caráter exploratório buscou-se proporcionar uma melhor compreensão do segmento de viajantes independentes por meio de uma revisão bibliográfica e apresentar uma análise da importância da Internet e da capacidade dos infomediários, ou distribuidores do meio on-line, em atender este segmento. Para alcançar tais objetivos, primeiramente foi feita a revisão bibliográfica, na qual foram usadas muitas contribuições estrangeiras, devido ao fato de haver pouca produção sobre o assunto no Brasil. Posteriormente, realizou-se uma pesquisa empírica de cunho qualitativo, por meio de um estudo de caso de um infomediário, na tentativa de compreender como este tipo de organização age em relação ao heterogêneo e complexo segmento de viajantes independentes que percorrem o Brasil. O caso estudado é o da WHL.TRAVEL, e o percurso do trabalho consistiu na observação e análise dos web sites da empresa referentes ao Brasil e a Belo Horizonte. Nas análises realizadas, implícita ou explicitamente propõem-se adaptações da apresentação ou do conteúdo dos referidos web sites, visando melhor atender ao crescente segmento dos viajantes independentes. De maneira geral esta monografia desenhou o panorama do segmento de viajantes independentes e os possíveis delineamentos estratégicos para alcançar este público. Observou-se ao final da pesquisa que os infomediários têm grande potencial de atender os viajantes independentes, possibilitando-lhes encontrar de forma mais rápida e conveniente informações e produtos que buscam, além de poderem realizar comparações de produtos e preços de forma prática e simples a partir deste tipo de serviço. O surgimento dos infomediários aparece, portanto, como uma adequação no processo de intermediação dos produtos turísticos. Constatou-se, por fim, que nos web sites da WHL.TRAVEL ainda são necessárias algumas mudanças. Em maior escala, observou-se que o Brasil é um mercado ainda muito novo e que merece mais estudos relacionados ao tema.

Palavras Chaves: viajantes independentes, distribuição, Internet.

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Por: Júlia Freire Ribeiro – Dê crédito aos autores!

Gestão Ambiental e Endomarketing na Hotelaria: Estudo de Caso Delta Sun Peaks Resort

Sun Peaks, Canada

RESUMO

Nos dias de hoje, é crescente a demanda por produtos e serviços ambientalmente corretos. No turismo, cada vez mais nota-se a busca por destinos e empreendimentos que possuam sistemas de gestão ambiental. Por meio de um estudo de caso com o hotel canadense Delta Sun Peaks Resort – instituição atuante da defesa ao meio ambiente e da conscientização de hóspedes e colaboradores –, objetivou-se avaliar a relação entre a implantação de programas de gestão ambiental e a motivação dos funcionários por meio do endomarketing. Para o levantamento de dados foram feitas entrevistas online com os principais colaboradores da causa, bem como análise de dados informativos em publicações sobre o hotel. De acordo com os resultados obtidos, verificou-se relação direta entre as temáticas, considerando os programas de gestão ambiental como elemento propulsor para o envolvimento dos colaboradores internos, trazendo diversos benefícios associados.

Palavras-chave: Sistemas de Gestão ambiental, Endomarketing, Hotelaria.

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Por: Andrezza Goulart, Charles de Oliveira, Danielle Vasconcelos, Felipe Caputo e Leonardo Coutinho – Dê crédito aos autores!

OBJETIVO DO TRABALHO

Objetiva-se com este trabalho propor ações mercadológicas para o turismo em Lavras Novas/MG por meio do diagnóstico e análise da atual situação do turismo no local.

METODOLOGIA

A metodologia deste estudo consiste, a princípio, na pesquisa de gabinete para a coleta de informações sobre a atratividade (natural e cultural), disponibilidade de equipamentos e serviços turísticos, bem como as ações políticas e econômicas direcionadas ao desenvolvimento turístico de Lavras Novas.

Concomitantemente, foi feito um levantamento dos atuais direcionamentos mercadológicos do turismo no local, visando perceber como se dá o marketing como um todo do distrito.

O segundo passo da metodologia incide na pesquisa in loco com o intuito de averiguar as informações adquiridas na pesquisa de gabinete. Além disso, a visita a campo permite um olhar múltiplo e mais claro sobre a realidade do distrito. Para o aumento da percepção dos pesquisadores, entrevistas semi-estruturadas foram aplicadas junto aos atores da atividade turística: órgão público, empresários do trade turístico, comunidade e turistas, tendo cada uma sua abordagem específica.

Trabalhando com os dados da pesquisa de gabinete e in loco, foi feito um diagnóstico e posteriormente uma análise SWOT, a fim de facilitar a percepção dos pontos a serem melhorados e os a serem reforçados. A partir disso, foi possível propor uma visão estratégica, com objetivos e meios para alcançar a conjuntura pretendida para Lavras Novas.

Lavras Novas

1 – CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO

1.1 – HISTÓRICO

Lavras Novas do Coronel Furtado, fora descoberta pela família Cubas de Mendonça, sendo de 1717 o documento mais antigo encontrado (batistério de Maria dos Prazeres, filha de tradicional família paulista da época) e evidências que provam que existiram minas auríferas antes das existentes em Mariana e Ouro Preto.

Com a descoberta do ouro, formou-se um aglomerado próximo às minas de exploração, sendo esta a principal atividade do local até a queda de sua produção mineral.

Quando o ouro da região escasseou, ao final do século XVIII, o povoado entrou em decadência e, devido ao seu difícil acesso, ficou praticamente isolado do resto do município de Ouro Preto. Isto acabou por gerar um número expressivo de casamentos consangüíneos, o que contribuiu para manter sua população majoritariamente negra, descendente do grande número de escravos utilizados nas lavras de ouro.

O distrito de Lavras Novas é um dos mais antigos da região de Ouro Preto. Possui uma paisagem urbana e rural bastante singular, local de rios e cachoeiras, lagos, de onde se avistam a Serra do Caraça, Serra da Bocaina, Serra do Itabirito, Serra da Chapada, Serra de Ouro Branco, Serra do Cápua e o Parque do Itacolomi. A cidade permaneceu preservada devido à estagnação a que foi submetida após o declínio da atividade aurífera.


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Teoria de Cluster: Uma orientação para os hoteleiros de Belo Horizonte.

Por: Ana Carolina Teixeira Pontes, Luana Soares Medrado e Vítor Kendi Iida Kosaka – Dê crédito aos autores!

1- Apresentação

Este trabalho é fruto de uma pesquisa desenvolvida durante a disciplina de Estágio Curricular de Pesquisa ofertada pelo curso de Turismo da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Este estudo realiza a investigação sobre a organização, funcionamento e as políticas de relacionamentos de três hotéis em Belo Horizonte, a saber: Normandy, classificação três estrelas, Pampulha Palace, classificação duas estrelas e o Hotel Santa Marlene, sem classificação (segundo classificação da Empresa Municipal de Turismo da Prefeitura de Belo Horizonte – Belotur), investiga também, o perfil e motivação dos hóspedes, a atuação de entidades e associações de classe e outros órgãos relacionados ao setor.

1.1- Justificativa

Em Belo Horizonte as décadas de 80 e 90 foram marcadas pela recessão do setor hoteleiro belorizontino e o crescimento desordenado dos meios de hospedagem resultando num excesso de excesso de oferta que, não foi acompanhado pelo crescimento da demanda. Neste período, não havia um mercado que justificasse essa expansão desenfreada do setor hoteleiro, gerando a saturação do mercado e ociosidade das unidades habitacionais.

Os antigos hotéis sofreram com os impactos dessa crise, uma vez que, conjuntamente, ocorria a deterioração da região em que se inserem: o hipercentro da capital. Essa área apresenta problemas de violência e de trânsito congestionado. Aliado a esses problemas, o mal estado de conservação dos equipamentos e estrutura dos hotéis, contribuiam para as baixas taxas de ocupação. Assim, os hotéis não conseguiam investir na modernização e conservação de suas dependências, sendo obrigados a abaixar as tarifas para se manterem.

Belo Horizonte

Felizmente, a atividade turística da capital apresenta um novo dinamismo, proporcionado pelo próprio crescimento econômico da cidade, pelas suas mudanças estruturais e pelo aumento do número de eventos captados. A melhoria do acesso ao aeroporto de Confins através da ampliação da Linha Verde, a ampliação do Expominas e outras ações de agentes públicos e privados colaboram para essa dinamização. Esse novo cenário exige uma melhor organização e qualificação do setor hoteleiro, visto que, novas oportunidades se apresentam.

Parte do setor hoteleiro da capital não acompanhana o dinamismo da atividade turística. Muitos desses meios de hospedagem ainda atuam de forma amadora, apresentam baixo grau de profissionalização e técnicas de gestão obsoletas. Abdicam de um planejamento a nível estratégico e gerencial, assim como, de um estudo de mercado e da pesquisa de opinião dos clientes.

Neste sentido, torna-se fundamental a mudança desse paradigma de mentalidade amadora, por parte dos hoteleiros. Castelli (1991, p.13), chama atenção para a importância da aptidão para mudanças e da adequação para as novas necessidades do mercado:

Aptidão para as mudanças consiste numa atitude do empresário perante o futuro. É precisamente esta aptidão para mudanças que fará com que o hotel de sucesso de hoje seja o hotel de sucesso do amanhã.
Uma postura prospectiva está fundamentada na firme na firme decisão do empresário em ser um agente condutor desse futuro,e não meramente um agente passivo.

Para Petrochi (2002), o gestor hoteleiro deve buscar aderir às associações comerciais e de classe pois, o turismo depende desta cultura associativa para crescer e produzir benefícios. É através deste associativismo que são alcançados os processos de recuperação e mudança em busca da qualidade da oferta turística.

Nesse processo é importante a boa atuação dos sindicatos hoteleiros, de órgãos públicos como a Belotur e Secretaria de Turismo do Estado e entidades privadas como a ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), a ABAV (Associação Brasileira das Agencias de Viagem), Sebrae e Senac. Todos eles se apresentam como orientadores e colaboradores para o desenvolvimento do setor hoteleiro.
Segundo Petrochi (2002, p. 80):

[…] um dos aspectos mais importantes da administração hoteleira é a sua interação com o destino turístico onde hotel está inserido. Em um ambiente de competitividade é imperativa a adoção de uma cultura associativa entre os empresários do turismo.

Assim, percebe-se que o pensamento orientado para a teoria de cluster configura-se como uma alternativa viável para o setor hoteleiro belorizontino. Os diversos estabelecimentos hoteleiros e os demais atores envolvidos com esse setor, organizados sinergicamente alcançam vantagem competitiva, e consequetemente elevam o produto turístico Belo Horizonte em nível regional e nacional.

A partir desse pensamento, a concorrência entre os empreendimentos hoteleiros se dará de forma sadia e, se embasará nos diferenciais dos serviços oferecidos e pela habilidade de gestão de cada um desses. Neste trabalho são apontadas as bases da qualidade total na hotelaria e o marketing hoteleiro como ferramentas indispensáveis no processo de competitividade dentro de um cluster.

Assim, é apontada a problemática desta pesquisa “como o pensamento orientado para a Teoria de Cluster pode contribuir para a organização da rede hoteleira em Belo Horizonte e para o desenvolvimento satisfatório da atividade turística no município ?”

1.2- Objetivos

Objetivos Gerais;

• Indicar caminhos para uma melhor organização e articulação da rede hoteleira de Belo Horizonte de forma a contribuir para o desempenho do setor e da atividade turística.

Objetivos Específicos;

• Investigar a organização e funcionamento dos hotéis contemplados neste estudo;
• Averiguar políticas de relacionamento dos hotéis com agentes públicos e privados e entidades de classe;
• Analisar a atuação solidária para a promoção da atividade turística em Belo horizonte e Minas Gerais;
• Estudar a política de clientela adotada pelos hotéis, assim como perfil e motivação do turista;
• Apontar a importância da adoção de técnicas de Maketing Hoteleiro e Qualidade Total para aumentar competitividade e qualidade dos serviços;
• Buscar apontar a importância da quebra de paradigmas de uma postura amadora de muitos empreendimentos e também, apontar a importância para a profissionalização do setor.


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