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Por: Dener Henrique de Queiroz Fonseca – Dê crédito aos autores!

Análise do Segmento de Cicloturismo no Caminho dos Anjos

Caminho dos Anjos

RESUMO

Esse ensaio constitui-se de uma pesquisa teórico-empírica que se propôs a analisar o segmento de cicloturismo no Caminho dos Anjos, roteiro turístico localizado no Sul de Minas. Foram analisadas as estratégias de gestão, infra-estrutura e promoção do destino, com o intuito de avaliar se o destino em questão esta preparado para receber Cicloturistas. O trabalho está organizado em quatro partes subseqüentes. A primeira delas é o referencial teórico, composto por quatro partes principais que tratam de conceitos sobre turismo, planejamento e gestão, mercado, marketing, segmentação de mercado e cicloturismo. Em seguida, apresenta-se a metodologia de trabalho e a definição operacional dos termos investigados. Já a terceira parte, abrange a apresentação e análise dos dados coletados no Caminho dos Anjos. Por fim, são tecidas as considerações finais. Os resultados mostraram que atualmente o Caminho dos Anjos apresenta falhas na infra-estrutura, gestão e promoção de seu destino, todavia conta com um projeto que quando colocado em prática poderá vir a sanar a maioria das deficiências encontradas.

Palavras-chave: Turismo, Cicloturismo e Caminho dos Anjos.

Para ler o documento na integra, clique aqui.

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Por: Ana Rosa Marcolini, André Pinho, Bárbara Xavier e Ramon Vargas – Dê crédito aos autores!

Resumo

Este trabalho propõe-se a investigar o projeto Circuito Cultural Praça da Liberdade e o contexto em que se insere. Dentro dessa conjuntura, atento a preservação patrimonial e ao conceito de patrimônio vivo, nos indagamos em coro com inúmeros críticos, sobre as reais intenções do projeto do atual governo. O projeto se justifica pela necessidade de construção de um novo centro administrativo deixando a praça mais importante da cidade sob o domínio de empreendimentos culturais diversos. Outra justificativa é que é necessário suprimir o enorme gasto público com os aluguéis. Nesse sentido, buscamos observar os fatos para entender como esse processo vem ocorrendo na cidade.

Breve Histórico da Praça

A Praça da Liberdade foi instalada na época da construção da capital mineira (1895 – 1897). Inspirada na ideologia do movimento republicano, ela se inseria dentro do plano urbanístico de Araão Reis, o qual se destacava pela simetria do traçado em rede, resultado da superposição das malhas ortogonais de amplas ruas e avenidas e, principalmente, pela localização e distribuição dos equipamentos públicos e órgãos do governo.

O conjunto arquitetônico da Praça foi feito para abrigar a sede do poder mineiro, e assim, é composto pelo Palácio do Governo e dos edifícios que abrigam as Secretarias de Estado, alem da praça, local de reunião popular.

Inicialmente concebido no estilo neoclássico, o complexo foi recebendo ao longo dos anos construções do estilo art déco (Palácio Cristo Rei – década de 1940), edifícios modernos (biblioteca pública e edifício Niemeyer) e pós-moderno (prédio Rainha da Sucata). A praça conta com coreto e fonte luminosa, e seu traçado e jardins foram inspirados no Palácio de Versalhes.

A Praça como Espaço de Lazer

Tendo em vista a diversidade de atividades e de espaços relacionados ao lazer, as praças se constituem como apenas um dos inumeráveis espaços que podem ser utilizados para o desenvolvimento da atividade. Porém, destaca-se o uso público desse espaço, que se constitui como importante fator de organização urbano repleto por relações humanas de força e de poder.

A Praça da Liberdade apresenta também importância turística, funcionando como atrativo turístico da cidade devido a sua beleza, história e peculiaridade, dentre outras funções, sendo que em suas funcionalidades as praças podem servir até mesmo para organizar o trânsito ou simplesmente um espaço vazio ou potencial para o uso diverso.

O que se destaca nesse trabalho é a função social da praça, por se tratar de um espaço que promove a sociabilidade. Sendo, portanto, um local propício para o desenvolvimento de atividades de lazer e culturais diversas, descanso, fuga da rotina, turismo e ócio.

Contudo, tendo em vista não só a importância histórico-cultural da Praça da Liberdade ressalta-se também sua importância social e econômica e principalmente a sua visibilidade política. Assim sendo, o nosso foco de estudo trata principalmente o projeto Circuito Cultural Praça da Liberdade como uma medida de promoção do Governo pautado em uma justificativa frágil.

Com base no contexto histórico da Praça da Liberdade, destacam-se três formas as quais a Praça vem sendo utilizada desde a sua criação:

  • Centro do poder político e público;
  • Local utilizado pela população local para a sociabilidade, encontro e lazer;
  • Um dos principais atrativos da capital, possuindo também atratividade turística.

Desde a sua criação, a utilização da Praça da Liberdade não se dá de maneira estática, ou seja, as formas de uso acompanharam o contexto econômico, político e social vividos em Belo Horizonte. Dessa forma, uma das funções que tem sido reforçada na Praça é a de espaço de lazer.

A Praça é utilizada por públicos diferentes e de formas diferenciadas dependendo dos horários em que se visita o local. Durante os dias de semana, na parte da manhã a caminhada é a principal atividade; pela tarde os jovens, namorados, trabalhadores e transeuntes também contribuem para a mudança de cenário encontrado ali. Não é raro encontrar algumas intervenções promocionais nas proximidades do coreto. À noite o local é menos utilizado e as crianças praticamente não se encontram na Praça nesse período.

Durante os finais de semana, o número de pessoas que à freqüentam é maior, crescendo também a quantidade de atividades. Famílias, pessoas que caminham, idosos, namorados, amantes da cultura, pessoas buscando o ócio, pessoas trabalhando (vendendo bolas, algodão doce, brincos); todos convivem no ambiente da Praça da Liberdade. É comum a realização de eventos diversos que atraem uma diversidade de pessoas, inclusive turistas.


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