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Por: Tamara Coelho Soares – Dê crédito aos autores!

Características do Turismo de Experiência: Estudos de Caso em Belo Horizonte e Sabará sobre Inovação e Diversidade na Valorização dos Clientes

Ângelo-no-Piano-Quintas-dos-Cristais-2009

RESUMO

O presente trabalho aborda conceitos do Turismo de Experiência e suas aplicações no  setor turístico de Belo Horizonte. Concomitantemente analisa as possíveis influências  que práticas inclusivas no turismo podem causar ou não, ao desenvolvimento e  aplicação do Turismo de Experiência na cidade. Trata-se de uma análise do  conhecimento, aceitação e assimilação dessas abordagens pelos órgãos de planejamento  e gestão, por alguns exemplos  pré-selecionados no mercado e por associações de setores  turísticos da capital mineira.

Palavras-Chave: Economia de Experiência, Turismo de Experiência, Práticas Inclusivas.

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Por: Rafael Almeida de Oliveira – Dê crédito aos autores!

O Turismo e a Criação de Não-Lugares: Um Estudo de Caso sobre a Cidade de Dubai

By ELMOBAYAD

RESUMO

Esse trabalho analisou como a criação de não-lugares pode ser justificada pela proposta de desenvolvimento baseada no consumo turístico. O questionamento sobre o assunto abordado surgiu inicialmente em uma discussão acadêmica sobre a criação de não-lugares como uma tendência incentivada pela política de turismo, vinculada ao discurso político de desenvolvimento. Para tanto, foi feito um estudo de caso sobre a cidade de Dubai – localizada no deserto dos Emirados Árabes Unidos – e sua proposta de desenvolvimento turístico. O objetivo do estudo de caso é identificar as implicações da criação de não-lugares na cidade. Para isso, foram feitas pesquisas bibliográficas sobre o tema em questão e pesquisa documental nos meios de comunicação referentes ao lugar pesquisado. O objetivo do trabalho foi demonstrar através do estudo de caso que a criação de não-lugares é impulsionada por uma proposta de desenvolvimento apoiada na idéia de globalização, gerando contradições e diferentes realidades nos setores distintos da sociedade. Após o estudo de caso, concluiu-se que muitas vezes, a tendência de apostar no desenvolvimento do turismo apenas na criação de não-lugares pode resultar, a longo prazo, em um crescimento econômico para a economia e não um desenvolvimento, pagando um alto custo social e ambiental e redefinindo a identidade do lugar.

Palavras-chave: Não-lugar, lugar, desenvolvimento global, desenvolvimento local, crescimento econômico, empreendimento turístico, identidade, mídia, globalização, consumo, Dubai.

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Por: Rafael Almeida de Oliveira – Dê crédito aos autores!

Descentralização: Um Paralelo entre os Circuitos Turísticos de Minas Gerais e o Modelo Francês de Regionalização do Turismo

Bandeira França

RESUMO

Esse trabalho realizou uma análise dos temas descentralização e regionalização dentro do contexto do turismo. Para tanto, foi feito um paralelo entre dois modelos de regionalização do turismo: o sistema francês e o programa de  Circuitos Turísticos de Minas Gerais baseado no primeiro. O principal objetivo foi avaliar quais eram as principais semelhanças e diferenças entre ambos os sistemas e verificar os resultados da implementação de uma mesma política de turismo em duas realidades distintas. Foram consultadas pesquisas já realizadas sobre o sistema francês e o programa mineiro, além de um levantamento documental, coleta de dados estatísticos em instituições de reconhecimento nacional e internacional e entrevistas com gestores da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur). Os resultados mostraram que apesar do programa de Circuitos Turísticos possuir uma maior grau de descentralização e autonomia dos poderes locais em relação ao sistema francês, essas características ainda não conseguiram resultar num maior desenvolvimento regional. Houve um avanço na participação local e consolidação das redes turísticas em Minas Gerais, mas a dificuldade de mobilização e a fragilidade das relações entre os participantes dos Circuitos ainda se demonstram como empecilho para o sucesso dessas associações.

Palavras-chave: Descentralização, regionalização, federalismo, turismo, planejamento turístico, relações intergovernamentais, políticas públicas.

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Por: Ana Carolina Pontes, Anna Cristina Machado, Gustavo Pereira Pinto e José Geraldo de Moura Jr – Dê crédito aos autores!

Proposta de Plano Interpretativo Mariana – MG

Tema – Turismo Histórico Cultural: As Raízes das Tradições Mineiras

Proposta de Plano Interpretativo Mariana - MG

Proposta de Plano Interpretativo Mariana – MG

Objetivos

  • Apresentar a cidade sob uma nova perspectiva, despertando um novo olhar.
  • Abordar a vida privada no período colonial.
  • Reconstituir partes dos aspectos do cotidiano da vida colonial e sua interface com a formação do povo mineiro.

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Por: Bianca Cadilhe, Clarice Federman, Felipe Caputo e Lívia Pacheco – Dê crédito aos autores!

1.INTRODUÇÃO

“Uma paisagem só se estabelece como tal a partir do momento em que é observada por alguém”. O uso constante dessa frase durante a disciplina da qual advém a pesquisa, se deve à importância da mesma para o entendimento da relação entre a paisagem e a atividade turística. Uma pessoa é atraída para determinado destino turístico devido à sensação que o mesmo proporciona aos que o visitam. Fotos, palavras e pinturas, são apenas algumas das formas de evidenciar as paisagens causadoras de tais sensações e, dessa maneira, motivar o potencial turista a conhecê-la. Além disso, paisagem é resultado da interação entre o meio natural e a ação do homem sobre ele, é, portanto, o vetor de atração de uma localidade, já que conjuga a busca pelo contato com a natureza com a vivência de outras culturas (os principais motivadores de viagens a lazer).

O estudo subjetivo da paisagem torna-se, portanto essencial para se descobrir sob qual viés os destinos turísticos devem ser explorados e quais as melhores maneiras de se proporcionar ao turista a experiência esperada e condizente com o contexto local.

Instituto Hilton Rocha

O objetivo do trabalho em questão consiste em realizar a análise territorial da Avenida José do Patrocínio Pontes, ou Anel da Serra, de Belo Horizonte e apontar, de acordo com a perspectiva dos pesquisadores, as características que permeiam a essência do trecho e viabilizam que o mesmo seja percebido de tal maneira.

Por meio desse estudo em escala reduzida pretende-se entender os métodos de pesquisa para que possamos posteriormente aplica-los no planejamento de locais públicos turísticos, atendendo as expectativas tanto dos moradores locais, quanto dos turistas. É interessante observar, portanto, que cada pessoa possui uma interpretação diferente de elementos coletivos de acordo com suas bagagens culturais, o que cria relações específicas individuais com a paisagem. Mas ainda sim é possível a estruturação de uma ordenação do espaço que possibilite a melhor utilização do mesmo por todos. E é nesse viés que se encontra o norteador do trabalho.

2. METODOLOGIA

Para a realização do trabalho foram realizadas pesquisas de gabinete e in loco. As pesquisas de gabinete se resumem em informações obtidas na internet e no conteúdo da disciplina de Paisagem e Turismo. Foram realizadas quatro visitas de campo na Av. Jose do Patrocínio Pontes ou Anel da Serra, essas se deram nos dias 20/04 (sexta-feira) , 01/06 (sexta-feira), 03/06 (domingo) e 27/06 (quarta-feira). As visitas realizadas em dias e horários diferentes foram essenciais para viabilizar as análises das diferentes percepções das pessoas que freqüentam a avenida em cada um dos dias.

As análises da paisagem no trecho selecionado foram norteadas por cinco formulários pré-estruturados além de um roteiro de perguntas (os quais se encontram anexados no trabalho) que foram aplicadas nos moradores, trabalhadores e visitantes da rua, o que mais uma vez, viabilizou a análise comparativa de dados fornecidos por diferentes perfis.

A pesquisa virtual objetivou conseguir informações sobre decretos e leis que vigoram na rua. Por meio da compilação das mesmas juntamente com o material estudado em sala de aula e as análises das percepções da Avenida foi possível a elaboração de um trabalho descritivo permeado por uma perspectiva subjetiva que possui forte aplicação prática. As considerações finais apresentam os resultados da investigação e a análise sobre a essência local.

3. HISTÓRICO

Devido à dificuldade de se encontrar informações sobre o histórico da Avenida José do Patrocínio Pontes, as informações aqui contidas são baseadas na fala de alguns moradores da mesma, assim como em algumas reportagens a ela relacionadas.

A avenida em questão teve o início de sua ocupação, que foi bastante gradual, a partir da construção do Instituto Hilton Rocha, um hospital localizado ao pé da Serra do Curral. Tal estabelecimento recebeu autorização para ser construído quando Rondon Pacheco era governador do estado de Minas gerais. A concessão teve caráter excepcional e foi impulsionada pela importância do cientista Hilton Rocha, fundador do Instituto e primeiro morador da avenida.


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Por: Andrezza Goulart, Charles de Oliveira, Danielle Vasconcelos, Felipe Caputo e Leonardo Coutinho – Dê crédito aos autores!

OBJETIVO DO TRABALHO

Objetiva-se com este trabalho propor ações mercadológicas para o turismo em Lavras Novas/MG por meio do diagnóstico e análise da atual situação do turismo no local.

METODOLOGIA

A metodologia deste estudo consiste, a princípio, na pesquisa de gabinete para a coleta de informações sobre a atratividade (natural e cultural), disponibilidade de equipamentos e serviços turísticos, bem como as ações políticas e econômicas direcionadas ao desenvolvimento turístico de Lavras Novas.

Concomitantemente, foi feito um levantamento dos atuais direcionamentos mercadológicos do turismo no local, visando perceber como se dá o marketing como um todo do distrito.

O segundo passo da metodologia incide na pesquisa in loco com o intuito de averiguar as informações adquiridas na pesquisa de gabinete. Além disso, a visita a campo permite um olhar múltiplo e mais claro sobre a realidade do distrito. Para o aumento da percepção dos pesquisadores, entrevistas semi-estruturadas foram aplicadas junto aos atores da atividade turística: órgão público, empresários do trade turístico, comunidade e turistas, tendo cada uma sua abordagem específica.

Trabalhando com os dados da pesquisa de gabinete e in loco, foi feito um diagnóstico e posteriormente uma análise SWOT, a fim de facilitar a percepção dos pontos a serem melhorados e os a serem reforçados. A partir disso, foi possível propor uma visão estratégica, com objetivos e meios para alcançar a conjuntura pretendida para Lavras Novas.

Lavras Novas

1 – CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO

1.1 – HISTÓRICO

Lavras Novas do Coronel Furtado, fora descoberta pela família Cubas de Mendonça, sendo de 1717 o documento mais antigo encontrado (batistério de Maria dos Prazeres, filha de tradicional família paulista da época) e evidências que provam que existiram minas auríferas antes das existentes em Mariana e Ouro Preto.

Com a descoberta do ouro, formou-se um aglomerado próximo às minas de exploração, sendo esta a principal atividade do local até a queda de sua produção mineral.

Quando o ouro da região escasseou, ao final do século XVIII, o povoado entrou em decadência e, devido ao seu difícil acesso, ficou praticamente isolado do resto do município de Ouro Preto. Isto acabou por gerar um número expressivo de casamentos consangüíneos, o que contribuiu para manter sua população majoritariamente negra, descendente do grande número de escravos utilizados nas lavras de ouro.

O distrito de Lavras Novas é um dos mais antigos da região de Ouro Preto. Possui uma paisagem urbana e rural bastante singular, local de rios e cachoeiras, lagos, de onde se avistam a Serra do Caraça, Serra da Bocaina, Serra do Itabirito, Serra da Chapada, Serra de Ouro Branco, Serra do Cápua e o Parque do Itacolomi. A cidade permaneceu preservada devido à estagnação a que foi submetida após o declínio da atividade aurífera.


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Teoria de Cluster: Uma orientação para os hoteleiros de Belo Horizonte.

Por: Ana Carolina Teixeira Pontes, Luana Soares Medrado e Vítor Kendi Iida Kosaka – Dê crédito aos autores!

1- Apresentação

Este trabalho é fruto de uma pesquisa desenvolvida durante a disciplina de Estágio Curricular de Pesquisa ofertada pelo curso de Turismo da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Este estudo realiza a investigação sobre a organização, funcionamento e as políticas de relacionamentos de três hotéis em Belo Horizonte, a saber: Normandy, classificação três estrelas, Pampulha Palace, classificação duas estrelas e o Hotel Santa Marlene, sem classificação (segundo classificação da Empresa Municipal de Turismo da Prefeitura de Belo Horizonte – Belotur), investiga também, o perfil e motivação dos hóspedes, a atuação de entidades e associações de classe e outros órgãos relacionados ao setor.

1.1- Justificativa

Em Belo Horizonte as décadas de 80 e 90 foram marcadas pela recessão do setor hoteleiro belorizontino e o crescimento desordenado dos meios de hospedagem resultando num excesso de excesso de oferta que, não foi acompanhado pelo crescimento da demanda. Neste período, não havia um mercado que justificasse essa expansão desenfreada do setor hoteleiro, gerando a saturação do mercado e ociosidade das unidades habitacionais.

Os antigos hotéis sofreram com os impactos dessa crise, uma vez que, conjuntamente, ocorria a deterioração da região em que se inserem: o hipercentro da capital. Essa área apresenta problemas de violência e de trânsito congestionado. Aliado a esses problemas, o mal estado de conservação dos equipamentos e estrutura dos hotéis, contribuiam para as baixas taxas de ocupação. Assim, os hotéis não conseguiam investir na modernização e conservação de suas dependências, sendo obrigados a abaixar as tarifas para se manterem.

Belo Horizonte

Felizmente, a atividade turística da capital apresenta um novo dinamismo, proporcionado pelo próprio crescimento econômico da cidade, pelas suas mudanças estruturais e pelo aumento do número de eventos captados. A melhoria do acesso ao aeroporto de Confins através da ampliação da Linha Verde, a ampliação do Expominas e outras ações de agentes públicos e privados colaboram para essa dinamização. Esse novo cenário exige uma melhor organização e qualificação do setor hoteleiro, visto que, novas oportunidades se apresentam.

Parte do setor hoteleiro da capital não acompanhana o dinamismo da atividade turística. Muitos desses meios de hospedagem ainda atuam de forma amadora, apresentam baixo grau de profissionalização e técnicas de gestão obsoletas. Abdicam de um planejamento a nível estratégico e gerencial, assim como, de um estudo de mercado e da pesquisa de opinião dos clientes.

Neste sentido, torna-se fundamental a mudança desse paradigma de mentalidade amadora, por parte dos hoteleiros. Castelli (1991, p.13), chama atenção para a importância da aptidão para mudanças e da adequação para as novas necessidades do mercado:

Aptidão para as mudanças consiste numa atitude do empresário perante o futuro. É precisamente esta aptidão para mudanças que fará com que o hotel de sucesso de hoje seja o hotel de sucesso do amanhã.
Uma postura prospectiva está fundamentada na firme na firme decisão do empresário em ser um agente condutor desse futuro,e não meramente um agente passivo.

Para Petrochi (2002), o gestor hoteleiro deve buscar aderir às associações comerciais e de classe pois, o turismo depende desta cultura associativa para crescer e produzir benefícios. É através deste associativismo que são alcançados os processos de recuperação e mudança em busca da qualidade da oferta turística.

Nesse processo é importante a boa atuação dos sindicatos hoteleiros, de órgãos públicos como a Belotur e Secretaria de Turismo do Estado e entidades privadas como a ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), a ABAV (Associação Brasileira das Agencias de Viagem), Sebrae e Senac. Todos eles se apresentam como orientadores e colaboradores para o desenvolvimento do setor hoteleiro.
Segundo Petrochi (2002, p. 80):

[…] um dos aspectos mais importantes da administração hoteleira é a sua interação com o destino turístico onde hotel está inserido. Em um ambiente de competitividade é imperativa a adoção de uma cultura associativa entre os empresários do turismo.

Assim, percebe-se que o pensamento orientado para a teoria de cluster configura-se como uma alternativa viável para o setor hoteleiro belorizontino. Os diversos estabelecimentos hoteleiros e os demais atores envolvidos com esse setor, organizados sinergicamente alcançam vantagem competitiva, e consequetemente elevam o produto turístico Belo Horizonte em nível regional e nacional.

A partir desse pensamento, a concorrência entre os empreendimentos hoteleiros se dará de forma sadia e, se embasará nos diferenciais dos serviços oferecidos e pela habilidade de gestão de cada um desses. Neste trabalho são apontadas as bases da qualidade total na hotelaria e o marketing hoteleiro como ferramentas indispensáveis no processo de competitividade dentro de um cluster.

Assim, é apontada a problemática desta pesquisa “como o pensamento orientado para a Teoria de Cluster pode contribuir para a organização da rede hoteleira em Belo Horizonte e para o desenvolvimento satisfatório da atividade turística no município ?”

1.2- Objetivos

Objetivos Gerais;

• Indicar caminhos para uma melhor organização e articulação da rede hoteleira de Belo Horizonte de forma a contribuir para o desempenho do setor e da atividade turística.

Objetivos Específicos;

• Investigar a organização e funcionamento dos hotéis contemplados neste estudo;
• Averiguar políticas de relacionamento dos hotéis com agentes públicos e privados e entidades de classe;
• Analisar a atuação solidária para a promoção da atividade turística em Belo horizonte e Minas Gerais;
• Estudar a política de clientela adotada pelos hotéis, assim como perfil e motivação do turista;
• Apontar a importância da adoção de técnicas de Maketing Hoteleiro e Qualidade Total para aumentar competitividade e qualidade dos serviços;
• Buscar apontar a importância da quebra de paradigmas de uma postura amadora de muitos empreendimentos e também, apontar a importância para a profissionalização do setor.


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