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Por: Rafael Almeida de Oliveira – Dê crédito aos autores!

Descentralização: Um Paralelo entre os Circuitos Turísticos de Minas Gerais e o Modelo Francês de Regionalização do Turismo

Bandeira França

RESUMO

Esse trabalho realizou uma análise dos temas descentralização e regionalização dentro do contexto do turismo. Para tanto, foi feito um paralelo entre dois modelos de regionalização do turismo: o sistema francês e o programa de  Circuitos Turísticos de Minas Gerais baseado no primeiro. O principal objetivo foi avaliar quais eram as principais semelhanças e diferenças entre ambos os sistemas e verificar os resultados da implementação de uma mesma política de turismo em duas realidades distintas. Foram consultadas pesquisas já realizadas sobre o sistema francês e o programa mineiro, além de um levantamento documental, coleta de dados estatísticos em instituições de reconhecimento nacional e internacional e entrevistas com gestores da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur). Os resultados mostraram que apesar do programa de Circuitos Turísticos possuir uma maior grau de descentralização e autonomia dos poderes locais em relação ao sistema francês, essas características ainda não conseguiram resultar num maior desenvolvimento regional. Houve um avanço na participação local e consolidação das redes turísticas em Minas Gerais, mas a dificuldade de mobilização e a fragilidade das relações entre os participantes dos Circuitos ainda se demonstram como empecilho para o sucesso dessas associações.

Palavras-chave: Descentralização, regionalização, federalismo, turismo, planejamento turístico, relações intergovernamentais, políticas públicas.

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Por: Álvaro Sales e Anna Cristina Machado – Dê crédito aos autores!

Resumo

O objetivo do presente trabalho é a verificação da atividade turística nos municípios de Sete Lagoas e Cordisburgo, Minas Gerais, de maneira a conhecer e avaliar como seus atrativos têm sido trabalhados no sentido de envolver o turista e fazer com que ele estabeleça uma relação respeitosa e cuidadosa com esses locais. Para isso, foram realizadas revisões nos conceitos de topofilia, topofobia e geoturismo, assim como um trabalho de campo que resultou numa caracterização para melhor conhecimento da região e na observação in locu da percepção dos habitantes locais sobre a área de estudo. Por fim, propomos algumas ações que podem otimizar a atividade turística nos dois municípios, tanto para o turista, quanto para o espaço em si.

Palavras-chave: carste, geoturismo, topofilia.

Gruta Rei do Mato

Gruta Rei do Mato

1 Introdução

O presente artigo é fruto de um trabalho de campo realizado nos municípios de Sete Lagoas e Cordisburgo nos dias 27 e 28 de outubro de 2007. Foram visitados alguns locais, incluindo pontos turísticos já consolidados, e aplicados questionários de percepção da paisagem junto à população local.

Os municípios de Sete Lagoas e Cordisburgo estão localizados próximos à Belo Horizonte, com distâncias de 76 km e 113 km aproximadamente. Estão inseridos numa área geológica chamada de carste, com presença de grutas e dolinas. Sete Lagoas constitui um pólo econômico representativo no estado de Minas Gerais e Cordisburgo, possui a pecuária e agricultura como principais atividades econômicas. Turisticamente falando, as duas cidades estão inseridas no Circuito Turístico das Grutas, divisão essa que divide o estado em circuitos a partir de características físicas, culturais e/ou econômicas.

Dessa forma, propomos neste artigo pontos de visitação turística nos dois municípios. Esses pontos foram definidos e embasados a partir do geoturismo, que se utiliza de características geográficas e culturais para definir atrativos turísticos. Assim, é feita uma caracterização geográfica da região, seguida da conceituação de termos relacionados à percepção da paisagem, para determinar pontos com enfoque em geoturismo.

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Por: Ana Carolina Pontes, Anna Cristina Machado, Gustavo Pereira Pinto e José Geraldo de Moura Jr – Dê crédito aos autores!

Proposta de Plano Interpretativo Mariana – MG

Tema – Turismo Histórico Cultural: As Raízes das Tradições Mineiras

Proposta de Plano Interpretativo Mariana - MG

Proposta de Plano Interpretativo Mariana – MG

Objetivos

  • Apresentar a cidade sob uma nova perspectiva, despertando um novo olhar.
  • Abordar a vida privada no período colonial.
  • Reconstituir partes dos aspectos do cotidiano da vida colonial e sua interface com a formação do povo mineiro.

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Por: Rodrigo Moreira Magalhães – Dê crédito aos autores!

A importância da Lei Robin Hood para o desenvolvimento turístico dos municípios de Minas Gerais

Bandeira de Minas Gerais

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Por: Rodrigo Moreira Magalhães e Luísa Lagoeiro Ferreira – Dê crédito aos autores!

Alternativas de Visitação para o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu

Parque Nacional Cavernas do Peruaçu

RESUMO

Resultados finais do projeto Alternativas de visitação para o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (PNCP), desenvolvido no ano de 2007, pelos alunos Rodrigo Moreira Magalhães e Luísa Lagoeiro Ferreira. O Parque está localizado na região Norte de Minas Gerais, mais precisamente entre os municípios de Januária, Itacarambi e São João das Missões, e tem, como principal atrativo, a visitação de cavernas. O projeto teve como objetivo propor novas modalidades turísticas que poderiam ser desenvolvidas no PNCP, de forma a diversificar seus atrativos e oferecer novas alternativas de renda para a população de seu entorno.

Palavras-chave: Parque Nacional Peruaçu, uso público.

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Sinalização Turística de Belo Horizonte

Sinalização de Orientação Turistica de Belo Horizonte

Palavras Chave: Sinalização Turística, Belo Horizonte, Turismo Urbano.

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Por: Bianca Cadilhe, Clarice Federman, Felipe Caputo e Lívia Pacheco – Dê crédito aos autores!

1.INTRODUÇÃO

“Uma paisagem só se estabelece como tal a partir do momento em que é observada por alguém”. O uso constante dessa frase durante a disciplina da qual advém a pesquisa, se deve à importância da mesma para o entendimento da relação entre a paisagem e a atividade turística. Uma pessoa é atraída para determinado destino turístico devido à sensação que o mesmo proporciona aos que o visitam. Fotos, palavras e pinturas, são apenas algumas das formas de evidenciar as paisagens causadoras de tais sensações e, dessa maneira, motivar o potencial turista a conhecê-la. Além disso, paisagem é resultado da interação entre o meio natural e a ação do homem sobre ele, é, portanto, o vetor de atração de uma localidade, já que conjuga a busca pelo contato com a natureza com a vivência de outras culturas (os principais motivadores de viagens a lazer).

O estudo subjetivo da paisagem torna-se, portanto essencial para se descobrir sob qual viés os destinos turísticos devem ser explorados e quais as melhores maneiras de se proporcionar ao turista a experiência esperada e condizente com o contexto local.

Instituto Hilton Rocha

O objetivo do trabalho em questão consiste em realizar a análise territorial da Avenida José do Patrocínio Pontes, ou Anel da Serra, de Belo Horizonte e apontar, de acordo com a perspectiva dos pesquisadores, as características que permeiam a essência do trecho e viabilizam que o mesmo seja percebido de tal maneira.

Por meio desse estudo em escala reduzida pretende-se entender os métodos de pesquisa para que possamos posteriormente aplica-los no planejamento de locais públicos turísticos, atendendo as expectativas tanto dos moradores locais, quanto dos turistas. É interessante observar, portanto, que cada pessoa possui uma interpretação diferente de elementos coletivos de acordo com suas bagagens culturais, o que cria relações específicas individuais com a paisagem. Mas ainda sim é possível a estruturação de uma ordenação do espaço que possibilite a melhor utilização do mesmo por todos. E é nesse viés que se encontra o norteador do trabalho.

2. METODOLOGIA

Para a realização do trabalho foram realizadas pesquisas de gabinete e in loco. As pesquisas de gabinete se resumem em informações obtidas na internet e no conteúdo da disciplina de Paisagem e Turismo. Foram realizadas quatro visitas de campo na Av. Jose do Patrocínio Pontes ou Anel da Serra, essas se deram nos dias 20/04 (sexta-feira) , 01/06 (sexta-feira), 03/06 (domingo) e 27/06 (quarta-feira). As visitas realizadas em dias e horários diferentes foram essenciais para viabilizar as análises das diferentes percepções das pessoas que freqüentam a avenida em cada um dos dias.

As análises da paisagem no trecho selecionado foram norteadas por cinco formulários pré-estruturados além de um roteiro de perguntas (os quais se encontram anexados no trabalho) que foram aplicadas nos moradores, trabalhadores e visitantes da rua, o que mais uma vez, viabilizou a análise comparativa de dados fornecidos por diferentes perfis.

A pesquisa virtual objetivou conseguir informações sobre decretos e leis que vigoram na rua. Por meio da compilação das mesmas juntamente com o material estudado em sala de aula e as análises das percepções da Avenida foi possível a elaboração de um trabalho descritivo permeado por uma perspectiva subjetiva que possui forte aplicação prática. As considerações finais apresentam os resultados da investigação e a análise sobre a essência local.

3. HISTÓRICO

Devido à dificuldade de se encontrar informações sobre o histórico da Avenida José do Patrocínio Pontes, as informações aqui contidas são baseadas na fala de alguns moradores da mesma, assim como em algumas reportagens a ela relacionadas.

A avenida em questão teve o início de sua ocupação, que foi bastante gradual, a partir da construção do Instituto Hilton Rocha, um hospital localizado ao pé da Serra do Curral. Tal estabelecimento recebeu autorização para ser construído quando Rondon Pacheco era governador do estado de Minas gerais. A concessão teve caráter excepcional e foi impulsionada pela importância do cientista Hilton Rocha, fundador do Instituto e primeiro morador da avenida.


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