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Archive for the ‘Turismo Cultural’ Category

Por: Ana Carolina Pontes, Anna Cristina Machado, Gustavo Pereira Pinto e José Geraldo de Moura Jr – Dê crédito aos autores!

Proposta de Plano Interpretativo Mariana – MG

Tema – Turismo Histórico Cultural: As Raízes das Tradições Mineiras

Proposta de Plano Interpretativo Mariana - MG

Proposta de Plano Interpretativo Mariana – MG

Objetivos

  • Apresentar a cidade sob uma nova perspectiva, despertando um novo olhar.
  • Abordar a vida privada no período colonial.
  • Reconstituir partes dos aspectos do cotidiano da vida colonial e sua interface com a formação do povo mineiro.

Não se esqueça de dar crédito aos autores!

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Por: Ana Carolina Teixeira Pontes, Ludmila Figueiredo Pitangui Mendonça, Vitor Kendi Iida Kosaka e Wallace Fernandes de Faria – Dê crédito aos autores!

RESUMO

Este artigo aborda as práticas alimentares no distrito de São João da Chapada – MG, relacionando-as com os aspectos culturais desse povoado. Abordam-se também, como as iniciativas de Turismo Solidário, em processo de implantação na região, podem contribuir para a valorização dessa cultura.

Palvras-Chave: práticas alimentares – cultura garimpeira – Turismo Solidário

ABSTRACT

This article refers to the practices of feeding on the county of São João da Chapada – MG, relating them to the culture aspects of this people. Refers, also, to how the initiatives of Solidarity Tourism – in process of implantation on the region – may contribute to the valorization of their culture.

Key words: practices of feeding – culture of garimpo – Solidarity Tourism

INTRODUÇÃO

Alimentar-se para o ser humano é um ato carregado de elementos culturais e ideológicos. Os valores atribuídos aos alimentos passam da necessidade vital de sobrevivência, assumindo representações culturais e criando formas de sociabilidade. O artigo busca demonstrar como as práticas alimentares revelam aspectos da cultura sanjoanense e como o turismo, ao propiciar o encontro com o outro, pode contribuir para a valorização dessa cultura por parte dos moradores.

Este trabalho é parte das atividades acadêmicas desenvolvidas no Instituto de Geociências da Universidade Federal de Minas Gerais (IGC/UFMG), como o produto final da disciplina Turismo Cultural do curso de graduação em Turismo, ministrada pela professora Mariana de Oliveira Lacerda. Foi fruto tanto de uma pesquisa de gabinete, quanto de uma visita de campo na localidade estudada, entre os dias 29 e 31 de outubro, do ano de 2006.


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Por: Ana Rosa Marcolini, André Pinho, Bárbara Xavier e Ramon Vargas – Dê crédito aos autores!

Resumo

Este trabalho propõe-se a investigar o projeto Circuito Cultural Praça da Liberdade e o contexto em que se insere. Dentro dessa conjuntura, atento a preservação patrimonial e ao conceito de patrimônio vivo, nos indagamos em coro com inúmeros críticos, sobre as reais intenções do projeto do atual governo. O projeto se justifica pela necessidade de construção de um novo centro administrativo deixando a praça mais importante da cidade sob o domínio de empreendimentos culturais diversos. Outra justificativa é que é necessário suprimir o enorme gasto público com os aluguéis. Nesse sentido, buscamos observar os fatos para entender como esse processo vem ocorrendo na cidade.

Breve Histórico da Praça

A Praça da Liberdade foi instalada na época da construção da capital mineira (1895 – 1897). Inspirada na ideologia do movimento republicano, ela se inseria dentro do plano urbanístico de Araão Reis, o qual se destacava pela simetria do traçado em rede, resultado da superposição das malhas ortogonais de amplas ruas e avenidas e, principalmente, pela localização e distribuição dos equipamentos públicos e órgãos do governo.

O conjunto arquitetônico da Praça foi feito para abrigar a sede do poder mineiro, e assim, é composto pelo Palácio do Governo e dos edifícios que abrigam as Secretarias de Estado, alem da praça, local de reunião popular.

Inicialmente concebido no estilo neoclássico, o complexo foi recebendo ao longo dos anos construções do estilo art déco (Palácio Cristo Rei – década de 1940), edifícios modernos (biblioteca pública e edifício Niemeyer) e pós-moderno (prédio Rainha da Sucata). A praça conta com coreto e fonte luminosa, e seu traçado e jardins foram inspirados no Palácio de Versalhes.

A Praça como Espaço de Lazer

Tendo em vista a diversidade de atividades e de espaços relacionados ao lazer, as praças se constituem como apenas um dos inumeráveis espaços que podem ser utilizados para o desenvolvimento da atividade. Porém, destaca-se o uso público desse espaço, que se constitui como importante fator de organização urbano repleto por relações humanas de força e de poder.

A Praça da Liberdade apresenta também importância turística, funcionando como atrativo turístico da cidade devido a sua beleza, história e peculiaridade, dentre outras funções, sendo que em suas funcionalidades as praças podem servir até mesmo para organizar o trânsito ou simplesmente um espaço vazio ou potencial para o uso diverso.

O que se destaca nesse trabalho é a função social da praça, por se tratar de um espaço que promove a sociabilidade. Sendo, portanto, um local propício para o desenvolvimento de atividades de lazer e culturais diversas, descanso, fuga da rotina, turismo e ócio.

Contudo, tendo em vista não só a importância histórico-cultural da Praça da Liberdade ressalta-se também sua importância social e econômica e principalmente a sua visibilidade política. Assim sendo, o nosso foco de estudo trata principalmente o projeto Circuito Cultural Praça da Liberdade como uma medida de promoção do Governo pautado em uma justificativa frágil.

Com base no contexto histórico da Praça da Liberdade, destacam-se três formas as quais a Praça vem sendo utilizada desde a sua criação:

  • Centro do poder político e público;
  • Local utilizado pela população local para a sociabilidade, encontro e lazer;
  • Um dos principais atrativos da capital, possuindo também atratividade turística.

Desde a sua criação, a utilização da Praça da Liberdade não se dá de maneira estática, ou seja, as formas de uso acompanharam o contexto econômico, político e social vividos em Belo Horizonte. Dessa forma, uma das funções que tem sido reforçada na Praça é a de espaço de lazer.

A Praça é utilizada por públicos diferentes e de formas diferenciadas dependendo dos horários em que se visita o local. Durante os dias de semana, na parte da manhã a caminhada é a principal atividade; pela tarde os jovens, namorados, trabalhadores e transeuntes também contribuem para a mudança de cenário encontrado ali. Não é raro encontrar algumas intervenções promocionais nas proximidades do coreto. À noite o local é menos utilizado e as crianças praticamente não se encontram na Praça nesse período.

Durante os finais de semana, o número de pessoas que à freqüentam é maior, crescendo também a quantidade de atividades. Famílias, pessoas que caminham, idosos, namorados, amantes da cultura, pessoas buscando o ócio, pessoas trabalhando (vendendo bolas, algodão doce, brincos); todos convivem no ambiente da Praça da Liberdade. É comum a realização de eventos diversos que atraem uma diversidade de pessoas, inclusive turistas.


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