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Archive for the ‘Ouro Preto’ Category

Por: Andrezza Goulart, Charles de Oliveira, Danielle Vasconcelos, Felipe Caputo e Leonardo Coutinho – Dê crédito aos autores!

OBJETIVO DO TRABALHO

Objetiva-se com este trabalho propor ações mercadológicas para o turismo em Lavras Novas/MG por meio do diagnóstico e análise da atual situação do turismo no local.

METODOLOGIA

A metodologia deste estudo consiste, a princípio, na pesquisa de gabinete para a coleta de informações sobre a atratividade (natural e cultural), disponibilidade de equipamentos e serviços turísticos, bem como as ações políticas e econômicas direcionadas ao desenvolvimento turístico de Lavras Novas.

Concomitantemente, foi feito um levantamento dos atuais direcionamentos mercadológicos do turismo no local, visando perceber como se dá o marketing como um todo do distrito.

O segundo passo da metodologia incide na pesquisa in loco com o intuito de averiguar as informações adquiridas na pesquisa de gabinete. Além disso, a visita a campo permite um olhar múltiplo e mais claro sobre a realidade do distrito. Para o aumento da percepção dos pesquisadores, entrevistas semi-estruturadas foram aplicadas junto aos atores da atividade turística: órgão público, empresários do trade turístico, comunidade e turistas, tendo cada uma sua abordagem específica.

Trabalhando com os dados da pesquisa de gabinete e in loco, foi feito um diagnóstico e posteriormente uma análise SWOT, a fim de facilitar a percepção dos pontos a serem melhorados e os a serem reforçados. A partir disso, foi possível propor uma visão estratégica, com objetivos e meios para alcançar a conjuntura pretendida para Lavras Novas.

Lavras Novas

1 – CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO

1.1 – HISTÓRICO

Lavras Novas do Coronel Furtado, fora descoberta pela família Cubas de Mendonça, sendo de 1717 o documento mais antigo encontrado (batistério de Maria dos Prazeres, filha de tradicional família paulista da época) e evidências que provam que existiram minas auríferas antes das existentes em Mariana e Ouro Preto.

Com a descoberta do ouro, formou-se um aglomerado próximo às minas de exploração, sendo esta a principal atividade do local até a queda de sua produção mineral.

Quando o ouro da região escasseou, ao final do século XVIII, o povoado entrou em decadência e, devido ao seu difícil acesso, ficou praticamente isolado do resto do município de Ouro Preto. Isto acabou por gerar um número expressivo de casamentos consangüíneos, o que contribuiu para manter sua população majoritariamente negra, descendente do grande número de escravos utilizados nas lavras de ouro.

O distrito de Lavras Novas é um dos mais antigos da região de Ouro Preto. Possui uma paisagem urbana e rural bastante singular, local de rios e cachoeiras, lagos, de onde se avistam a Serra do Caraça, Serra da Bocaina, Serra do Itabirito, Serra da Chapada, Serra de Ouro Branco, Serra do Cápua e o Parque do Itacolomi. A cidade permaneceu preservada devido à estagnação a que foi submetida após o declínio da atividade aurífera.


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Por: André Franchini Campos de Pinho, Eberth Celeghini Rosa, Gustavo Pereira Pinto e Júlia Freire Ribeiro – Dê crédito aos autores!

Introdução

O ecoturismo, enquanto objeto de estudo acadêmico, apenas recentemente atingiu o status que é merecido, principalmente após o desenvolvimento econômico do setor, que demandou uma melhor estruturação do produto para que ele não se esgotasse. A partir de análises desenvolvidas sobre os temas “ecologia”, “meio ambiente” e “desenvolvimento sustentável”, o conceito do ecoturismo foi aos poucos se desenvolvendo com suas idéias e correntes causadoras de controvérsias no momento da execução dos planos do setor para Unidades de Conservação – UC’s.

A urgência de um debate sobre o assunto se faz mostrar no estado em que se encontram estas UC’s atualmente: grande parte dessas áreas já está extremamente deteriorada e a recuperação dos danos causados pela atividade turística pode ser irreversível em muitos casos. O modo como os parques recebem seus planos de manejo é também alvo de críticas, e esse pode ser o motivo pelo qual os danos ao meio ecológico se agravam.

O estudo desta disciplina, tomando por base um caso real – diagnóstico e prognóstico do Parque Estadual do Itacolomi, localizados em dois municípios, Ouro Preto e Mariana – é uma forma de refletirmos a respeito do desenvolvimento da atividade ecoturística, seus caminhos e perigos para uma dimensão superior – a do futuro do meio ambiente e sua relação com o desenvolvimento humano.

Referencial Teórico

Para que seja possível analisar a atual situação do Parque Estadual do Itacolomi, no que diz respeito às práticas ecoturísticas realizadas nessa Unidade de Conservação, é preciso que se crie um embasamento teórico que sirva de referencial nessa pesquisa.

Dessa forma, tomou-se como parâmetro três temas principais que seriam interessantes para se debater essa situação. Assim, a discussão se dará em torno das palavras chaves: Unidades de Conservação, ecoturismo e a trilhas interpretativas. Discute-se primeiramente o conceito de UC’s para entender a origem e os objetivos dessas áreas; em seguida, no embasamento teórico sobre a prática do ecoturismo busca-se traçar um histórico e apontar suas “variações”, bem como determinar um perfil ideal do ecoturista; na terceira e última parte discute-se a possibilidade de criação de trilhas interpretativas e a sua relação com a educação ambiental.


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