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Archive for the ‘Lazer’ Category

Por: Júlia Freire Ribeiro – Dê crédito aos autores!

Gestão Ambiental e Endomarketing na Hotelaria: Estudo de Caso Delta Sun Peaks Resort

Sun Peaks, Canada

RESUMO

Nos dias de hoje, é crescente a demanda por produtos e serviços ambientalmente corretos. No turismo, cada vez mais nota-se a busca por destinos e empreendimentos que possuam sistemas de gestão ambiental. Por meio de um estudo de caso com o hotel canadense Delta Sun Peaks Resort – instituição atuante da defesa ao meio ambiente e da conscientização de hóspedes e colaboradores –, objetivou-se avaliar a relação entre a implantação de programas de gestão ambiental e a motivação dos funcionários por meio do endomarketing. Para o levantamento de dados foram feitas entrevistas online com os principais colaboradores da causa, bem como análise de dados informativos em publicações sobre o hotel. De acordo com os resultados obtidos, verificou-se relação direta entre as temáticas, considerando os programas de gestão ambiental como elemento propulsor para o envolvimento dos colaboradores internos, trazendo diversos benefícios associados.

Palavras-chave: Sistemas de Gestão ambiental, Endomarketing, Hotelaria.

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Por: Rafael Almeida de Oliveira – Dê crédito aos autores!

O Turismo e a Criação de Não-Lugares: Um Estudo de Caso sobre a Cidade de Dubai

By ELMOBAYAD

RESUMO

Esse trabalho analisou como a criação de não-lugares pode ser justificada pela proposta de desenvolvimento baseada no consumo turístico. O questionamento sobre o assunto abordado surgiu inicialmente em uma discussão acadêmica sobre a criação de não-lugares como uma tendência incentivada pela política de turismo, vinculada ao discurso político de desenvolvimento. Para tanto, foi feito um estudo de caso sobre a cidade de Dubai – localizada no deserto dos Emirados Árabes Unidos – e sua proposta de desenvolvimento turístico. O objetivo do estudo de caso é identificar as implicações da criação de não-lugares na cidade. Para isso, foram feitas pesquisas bibliográficas sobre o tema em questão e pesquisa documental nos meios de comunicação referentes ao lugar pesquisado. O objetivo do trabalho foi demonstrar através do estudo de caso que a criação de não-lugares é impulsionada por uma proposta de desenvolvimento apoiada na idéia de globalização, gerando contradições e diferentes realidades nos setores distintos da sociedade. Após o estudo de caso, concluiu-se que muitas vezes, a tendência de apostar no desenvolvimento do turismo apenas na criação de não-lugares pode resultar, a longo prazo, em um crescimento econômico para a economia e não um desenvolvimento, pagando um alto custo social e ambiental e redefinindo a identidade do lugar.

Palavras-chave: Não-lugar, lugar, desenvolvimento global, desenvolvimento local, crescimento econômico, empreendimento turístico, identidade, mídia, globalização, consumo, Dubai.

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Por: Mariana de Freitas Coelho – Dê crédito aos autores!

Turismo Inclusivo

Mariana Coelho

Fonte: Mariana Coelho

Palavras-chave: Atividades de Lazer, Turismo, Acessibilidade, Inclusão Social.

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Equipamento de Lazer
Por André Franchini Campos de Pinho – Dê crédito aos autores!

Os equipamentos de lazer também são instrumentos utilizados dentro do contexto da atividade turística, contudo, em alguns casos são abordados de maneira diferenciada. Enquanto no Turismo um determinado equipamento, além de proporcionar lazer, assume o aspecto de atrativo, no campo do Lazer ele não apresenta tal diversidade. O estádio de futebol Mineirão, por exemplo, para a comunidade belo-horizontina funciona como um típico equipamento de lazer utilizado para exibição de partidas de futebol, proporcionando assim diversão aos telespectadores. Ao mesmo tempo, para o turista que visita a cidade, o Mineirão assume além desse caráter, um papel de atrativo diante de seu valor histórico e cultural. Percebe-se, portanto, que apesar da especificidade de cada área, o equipamento não perde seu caráter original de lazer.

Relativo aos equipamentos específicos e não-específicos no âmbito do Turismo, é possível perceber que os equipamentos de lazer apresentam singularidades. O equipamento específico mais utilizado são os hotéis, pousadas, e resorts. Neles os turistas atendem diferentes necessidades de lazer, já que os meios de hospedagem possuem amplas áreas de lazer. Além disso, os turistas utilizam ainda os equipamentos específicos construídos para atender os moradores de uma localidade.

Ainda dentro desse campo, os pesquisadores destacam a existência de um tipo de equipamento, que seria o de turismo social. A finalidade de tal é o atendimento de turistas sem recursos. Nessa categoria estão inclusos os campings, as colônias de férias e similares.

Quanto aos equipamentos não-específicos, nota-se que os turistas utilizam-nos em menor escala do que os moradores locais, sendo os principais dentre esses, o bar, o restaurante, e o shopping center. Contudo, a nova tendência ecológica e a expansão do ecoturismo, fizeram com que a natureza, originalmente sem a função de proporcionar lazer, adquirisse tal forma.

Bibliografia

GOMES, Christianne Luce (org). Dicionário Crítico do Lazer, Belo Horizonte, Autêntica, 2004.

Equipamento de Lazer
Por Mariana de Freitas Coelho – Dê crédito aos autores!

Um equipamento de lazer é uma edificação ou instalação onde acontecem eventos e atividades de lazer de modo geral. Se tomarmos como base a definição de turismo da OMT, se houver o deslocamento de uma ou mais pessoas fora de seu entorno habitual, esse equipamento de lazer pode ser utilizado também pelo turismo, podendo ser inclusive o fator principal de atração ou motivação para um turista, assim como a atividade a ser desenvolvida em cada equipamento.

O tema de lazer começa a ser discutido a partir de meados de 1970 abordando aspectos como espaço, tempo, atividade e animação. O espaço está sempre vinculado ao tema dos equipamentos de lazer, assim como o turismo, uma vez que esse é essencial para a realização da atividade.

Termos como equipamento social e equipamento público são especialmente utilizados na área de urbanismo, documentos administrativos de órgão públicos e de prefeituras, podendo ser associados a realização de turismo social.

Alguns autores brasileiros dividem os equipamentos de lazer em específicos – aqueles construídos com a finalidade de abrigar atividades e programas de lazer e não-específicos.

Dentro dos específicos, existe outra classificação que faz uso de critérios como dimensão física, população atendida, e interesses culturais privilegiados no equipamento.

Outra classificação fala sobre equipamento de turismo social, com campings e colônias de férias que teriam como finalidade de atender turistas sem recursos.

Porém sabe-se que nem todos aqueles que utilizam esse equipamento precisa realizar um turismo social nem ser necessariamente carente de recursos. Por exemplo, é possível que um empresário utilize o camping pra uma viagem de ecoturismo. Assim sendo, os meios de hospedagem têm a necessidade de buscar alternativas para suprir o problema da sazonalidade turística e uma das alternativas encontradas é o turismo social em períodos de baixa sazonalidade.

Em relação aos equipamentos não específicos, estes também podem ser utilizados para o turismo e lazer, muitas vezes de forma não planejada. Segundo Ana de Pellegin, os equipamentos fazem parte do desenho da cidade moderna, ou seja, são formas suburbanas concretas sobre as quais operam forças de ordem econômica e política. Isso resulta em uma problemática como algumas localidades com cada vez menos espaços públicos, e equipamentos de lazer que nem sempre estão inseridos à cultura local, podendo causar poluição visual, modificação da paisagem e impactos irreversíveis ao meio ambiente. Equipamentos como os resorts ao oferecerem tudo ao turista dentro do próprio equipamento, pode desestimular e ou vetar o conhecimento da sociedade, cultura e valores, até mesmo naturais daquela região, impedindo a interação entre o turista e a comunidade local.

Portanto, os equipamentos de lazer devem ser planejados de forma que garantam a sustentabilidade e não excluam a comunidade local.

Bibliografia

GOMES, Christianne Luce (org). Dicionário Crítico do Lazer, Belo Horizonte, Autêntica, 2004.

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Por: Mariana de Freitas Coelho – Dê crédito aos autores!

Acomodação é um quesito essencial para a realização do turismo. Ainda que ficar em casa de amigos e parentes seja a forma mais econômica e comum entre os brasileiros ao se viajar, os hotéis vêm ganhando espaço, tratando-se de estruturas muito importantes para a realização do turismo. A definição do verbete para hotéis de lazer engloba hotéis que trabalham especificamente para proporcionar o lazer aos hóspedes, e são organizados com esse propósito. Porém, sabe-se que a maioria dos hotéis na atualidade possui equipamentos de lazer como piscina, sauna, salão de jogos, entre outros.

Os hotéis têm sido forçados a se reestruturar e a buscar soluções criativas a fim de burlar os efeitos da sazonalidade. Em Belo Horizonte, por exemplo, a maior parte dos hotéis é destinada a atender um público de turistas de negócios, tendo de possuir equipamentos específicos para atender esse tipo de demanda como: internet, salas de convenções, tomadas para laptop, assim como oferecer apartamentos como flats. A localização também é muito importante, podendo ser em áreas urbanas ou rurais, como citado no texto. Com isso, em Belo Horizonte, os preços costumam cair nos fins de semana, com descontos especiais para hóspedes durante o período.

As redes de hotéis têm se tornado mais fortes e lucrativas, aproveitando de várias oportunidades de negócio. Uma série de hotéis tem sido construída para atender diferentes tipos de clientes, aumentando ainda mais sua segmentação. Cita-se o Jules Undersea Lodge, um hotel submerso na Flórida com quartos instalados a sete metros de profundidade; o Library Hotel em Nova York com um acervo de seis mil livros; e o Freedom Paradise, um hotel em Cancun, no México, destinado especialmente para obesos. A subdivisão e classificação dos hotéis acabam sendo restritas e excludentes, além disso, a segmentação faz com que os hotéis, cada vez mais, contem com profissionais de diferentes formações, e que muitas vezes, mesmo trabalhando com o lazer, estes não possuam conhecimento teórico da teoria do lazer (alguns possuem conhecimento prático). A atuação de profissionais do lazer leva a uma discussão de quando a intervenção pessoal do profissional passa a ser um incômodo. Devem-se encontrar maneiras de fazer com que os hóspedes participem das atividades de lazer por vontade própria, sem incomodá-los. Muitas vezes, um animador para um hotel de pequeno porte não é rentável.

Uma crítica feita aos novos meios de acomodação mais bem estruturados que oferecem uma série de atividades aos hóspedes, induzindo o consumo dentro do próprio empreendimento, como os resorts, é que estes acabam evitando a interação entre turista – comunidade. Esta é uma questão muito delicada e séria abordada pelo turismo, pois impede de certa forma o beneficiamento da comunidade e a geração de renda própria, assim como a troca de experiência de ambos os atores através das relações interpessoais. Uma vez que os resorts normalmente precisam de mão-de-obra especializada (até porque o lazer é seu principal atrativo), muitas vezes contratam-se pessoas de locais exteriores à comunidade local e ao se pensar o planejamento turístico tem-se como prioridade a geração de emprego e renda para a comunidade, entrando em conflito com a sustentabilidade turística.

Portanto, devem-se pensar soluções mais criativas para alcançar maneiras mais sustentáveis de se trabalhar o turismo nos meios de acomodação, como por exemplo, o turismo social, inserção da comunidade local e capacitação da mesma, preservação das características do local, entre outros.

Bibliografia

GOMES, Christianne Luce (org). Dicionário Crítico do Lazer, Belo Horizonte, Autêntica, 2004.

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